Tuesday, July 15, 2008

ORGANIZANDO O TRABALHO NOS SETORES

1 - Tática no Futebol: Organização de trabalho?
(Comentário sobre a crônica feita por Tostão, na véspera do jogo da Seleção Brasileira contra o Peru pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2002, publicada na Folha de São Paulo, onde ele demonstrava sua indignação com a Seleção por não apresentar um futebol compatível com sua tradição).

. Tática, por definição, diferente da técnica, é a arte de manobrar (tropa/time) estrategicamente com a finalidade de se atingir o objetivo (meta/gol) desejado num empreendimento qualquer. No caso uma partida de futebol. A tática na Seleção, pode ser comparada como uma tropa, no sentido bélico, como parte da arte da guerra que trata da disposição e da manobra das forças durante o combate ou na eminência dele.

. O esquema tático usado por Parreira na Seleção de 94 foi 4-4-2 (?), ou seja, uma linha de quatro no meio de campo, dois pelo meio (volantes) e dois pelas laterais (armadores). Um dos "trunfos" do Parreira foi o jogador Mauro Silva, que com muita habilidade soube, exatamente se posicionar ora como um volante e ora como um zagueiro. Foi um esquema defensivo que contava com mais três armadores que também defendiam. Os laterais apoiavam sempre a defesa deixando os zagueiros sempre protegidos evitando que a bola chegasse ao gol do Taffarel. O lado negativo, segundo Tostão, foi no ataque onde não havia uma ligação pelo meio entre os armadores e os jogadores de frente. Faltou velocidade e mobilidade para defender e atacar com os jogadores Raí ou Mazinho, Dunga e Zinho. Por sorte, tínhamos dois excelentes atacantes (centro-avante?), Bebeto e Romário que deciram "as paradas".

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4 - ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO NO PRÓPRIO SETOR DE TRABALHO.
"Olhando" para a organização do trabalho no próprio "setor" de atuação na empresa.

Evidentemente, "olhando-se" para o livro texto, nota-se claramente que a organização do trabalho no "setor" industrial (produção de bens materiais duráveis e de consumo) se difere dos outros "setores" (no nosso caso, serviço), justamente pela organização e pela demanda.
Na industria prevalece ainda, como já vimos anteriormente, o fordísmo e o teyloísmo que foram e ainda são necessários em se tratando de produção em série (linha) e em massa onde os critério são rigorosos.
Em se tratando de educação, o nosso "bem" passa a ser o conhecimento (know-how) e na Universidade, a difusora, o ensino/aprendisagem, a persquisa e extensão, tem a organização diferente de uma indústria pela sua complexidade como podemos ver no fluxograma abaixo

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